5 de junho de 2013

VÍDEO: Como usar slings de argolas

Veja especial do site Mamatraca com Rosangela Alves.

Segue íntegra do texto publicado junto com o vídeo.

Assista aqui.

Nele você vai aprender como usar todos os tipos de carregadores, com a orientação da Rosângela Alves e participação de muitas mães e bebês lindos!
 
Começamos hoje pelo mais popular deles: o carregador de argolas, ou sling de argolas.
 
Ele nada mais é do que um pano comprido com duas argolas em uma das pontas.
A nossa Mamatraca Convidada, Rosângela Alves, alerta para a importância de se escolher modelos confiáveis, e sempre perguntar sobre a procedência das argolas.
 
A lógica é simples: argolas de madeira apodrecem, argolas de plástico quebram e argolas com emenda tem mais chance de partir. Na hora de escolher seu sling fique de olho nesses detalhes.
 
Muitas mães comentam que tem dificuldades de colocar os bebês no pano. Você vai ver nesse vídeo que nem sempre as primeiras colocações são simples, mas que com prática e um pouquinho de paciência, carregar o bebê com a ajuda de um facilitador de colo é uma prática que promove a proximidade entre mães e filhos, favorece a criação de vínculo, auxilia na amamentação e promove mais independência para a mãe.
 
Siga acompanhando o Bebê a Bá dos Carregadores de Pano para ver outros modelos!

3 de junho de 2013

VÍDEO: aprenda a slingar com Rosangela Alves - Mamatraca

O site Mamatraca está fazendo uma semana especial sobre colo.

E a Rosangela Alves, da Sampa Sling está lá, dando dicas de como usar os slings e falando sobre o que são os carregadores e os benefícios de usá-los.

Leia o post do Mamatraca e veja o vídeo.

Original aqui.

Na #semanacolodemae convidamos a Rosângela Alves, mãe de Gabriel e Heloísa e consultora em carregadores de pano para contar tudo sobre o ato de carregar os bebês no colo. Ainda que seja obviamente uma prática ancestral, levar os próprios filhos no colo é uma atividade ainda muito questionada na cultura materna contemporânea, uma vez que é comum que se espalhe o mito de que bebês que são acostumados no colo se tornariam dependentes e mimados.
Rosângela conta como responde à estas e outras dúvidas das mães na hora de escolher uma forma de carregar o bebê, e o Mamatraca quer saber: quais são as suas maiores dúvidas sobre o assunto Colo de Mãe?


28 de maio de 2013

Família agradece Sampa Sling em vídeo super especial: assista!

Assista ao vídeo de "Maria, Maria", canção de Milton Nascimento, que Rodrigo, Manu e Theo enviaram pra nós.

Emocionante.

São imagens como esta que nos fazem oferecer não apenas produtos, mas carinho para nosso clientes, e a certeza de que estão carregando com segurança e conforto suas jóias mais preciosas.

Obrigada a Rodrigo, Manu e Theo pelo mimo!


No canal em que o vídeo foi publicado no Youtube, a mensagem dos autores é a seguinte:

Tocando Maria Maria no SampaSoft do Theo :-)
O bebê fica super confortável... Muito maneiro!
Aqui está o site onde compramos o sling:
http://www.sampasling.com.br/

ATENÇÃO: às pessoas que acharam o som alto demais e ficaram preocupadas com o bebê, isso se deve à fralda, e não à força que estou batucando no bumbum do Theo. O tecido do sling E a fralda dão uma superfície que é bastante sonora, e nós aproveitamos pra fazer uma pequena percussão enquanto ensinamos ao bebê o que é um bom ritmo e uma boa música... Além disso, ele precisava arrotar, então por que não fazer isso do jeito mais artístico possível? rsrsrsr :-)

27 de maio de 2013

Rosângela Alves, da Sampa Sling, no Blog do Estadão

Rosângela Alves, da Sampa Sling, realizadora da Slingada, foi destaque em matéria do Blog do Estadão.

Você viu?

Se não, confira a notícia na íntegra abaixo.

E a original está aqui.

Smartphone se torna carteira digital

Por Redação Link
MP 615 é bem recebida pelo movimentado setor que inclui administradoras, operadoras e pequenas startups
Anna Carolina Papp
Camilo Rocha
SÃO PAULO – Ao longo dos anos, o celular se tornou tocador de música, câmera fotográfica, navegador de internet. Agora, ele caminha rapidamente para virar também carteira, capaz de fazer compras, transferir dinheiro e pagar por meio de cartão de crédito.
A comerciante Rosângela Alves usa aplicativo para
receber pagamentos.
Foto: Márcio Fernandes/Estadão
—-
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A boa notícia é que essas facilidades não estão restritas apenas aos smartphones mais sofisticados, mas também podem existir em aparelhos mais simples, até naqueles com rede 2G.
Com isso, o celular passa a proporcionar serviços bancários para quem não tem conta em banco. Para o governo federal, a inclusão financeira é o principal benefício da Medida Provisória 615, divulgada na semana passada, que estabelece uma base legal para regulamentar a área. Segundo pesquisa recente do instituto Data Popular, quatro em cada dez brasileiros não têm conta em banco.
Em sua forma mais simples, esse tipo de transação no celular pode ser tão fácil quanto mandar um SMS. Será possível transferir dinheiro de uma conta cadastrada para outra, mesmo que não estejam vinculadas a um banco. O usuário colocará “dinheiro” nessas contas da mesma forma que compra créditos para o celular.
“Esse sempre foi o sonho de todo o governo: incluir a população no mercado financeiro por meio do celular”, diz Joel Nunes, gerente de produtos da ACI Worldwide, multinacional especializada em transações financeiras eletrônicas. Ele relata que iniciativas de inclusão foram bem sucedidas em países como Índia e a África do Sul.
Na ponta sofisticada do setor estão tecnologias de transmissão a curta distância como o NFC, que realiza o débito com o simples ato de encostar o celular em um ponto de cobrança. Alguns smartphones lançados recentemente no Brasil, como o Galaxy S4 e LG Google Nexus 4, já têm a tecnologia. O aplicativo de carteira virtual Google Wallet é baseado no NFC.
“A digitalização dos instrumentos financeiros vai acabar com as transações físicas”, diz Mario Mello, diretor geral para a América Latina da PayPal, empresa norte-americana que opera transações para companhias como Vivo e Gol. “Não vamos mais precisar abrir a carteira e passar o cartão.”
Na maioria dos países, são feitos acordos entre grandes bancos e operadoras, sem a necessidade de regulamentação do governo para lançar as bases dos pagamentos móveis. Para Joel Nunes, por haver muitas operadoras, bancos e empresas de cartão, no Brasil não foi possível chegar a uma negociação.
Projetos. Há três anos, o País usa tecnologias de pagamento por celular. No entanto, são transações de parcerias exclusivas. “Temos muitos pilotos entre um banco e uma operadora de celular, utilizando tecnologias diferentes que não se conversam e não permitem que quem usa a operadora A e tem conta no banco B possa fazer uma transferência para quem tem um celular com a operadora C no banco D”, diz Nunes.
Existem ainda aplicativos de pagamentos de empresas especializadas em transações online, como PagSeguro e PayPal, e de operadoras de cartão de crédito como Cielo e Redecard. Além disso, startups como PagZoop, Akatus, PicPay e PagPop começam a explorar a área.
Para Mello, da PayPal, a MP vem em boa hora: “A autoridade reguladora está vendo essa proliferação. Se não for bem administrada, pode gerar risco ao sistema.” O diretor afirma que usuários precisam de garantias de que seu dinheiro estará seguro caso uma empresa quebre.
Uma das principais diretrizes mencionadas pela MP 615 para a regulamentação é a “interoperabilidade” – garantir que os serviços permitam transações entre usuários de diferentes operadoras e serviços bancários. O novo marco legal também definirá as atribuições de teles e outras empresas pelo arranjo de pagamento, abrindo espaço para que novas empresas que não sejam instituições financeiras possam participar.
O governo deve estabelecer um valor máximo para os pagamentos móveis, devido ao caráter inclusivo da medida. No entanto, para Nunes, a regulamentação contemplará as necessidades de diferentes pessoas.
“Não precisamos mais nos prender à NFC, SMS ou USSD. Diferentes tecnologias poderão ser utilizadas, desde que sejam interoperáveis”, diz. “Isso terá de ser adotado de forma a proteger o consumidor – dar liberdade de escolha, segurança e privacidade.”

Clique na imagem para ampliá-la.
Facilidade e taxas menores atraem comerciantes
Na vanguarda do pagamento móvel estão os pequenos prestadores de serviço e comerciantes. Eles são atraídos não apenas pela comodidade do serviço, mas pelas taxas competitivas em relação a outras plataformas. O dentista Fernando Nogueira Lauretti já usa a tecnologia em seu consultório há quase dois anos. Aderiu ao aplicativo da Cielo, que transforma o smartphone dele em maquininha de cartão de crédito. Entre os pacientes, o sucesso foi absoluto.

“É segurança para o cliente e para o profissional; o processo é irreversível”, diz ele. A vendedora de slings (faixas de pano para carregar bebês) Rosângela Alves, de São Paulo, usa o aplicativo do PagSeguro no iPhone. “Mando o comprovante via e-mail. É tudo feito na frente do cliente, que vê que seus dados não ficam retidos.”
O taxista Caio Hatazima usa há dois meses o aplicativo da Cielo no iPhone. “É um diferencial que ajuda a aumentar a clientela.”
Segundo ele, uma passageira gostou tanto que agendou uma corrida posterior ao aeroporto depois que soube da facilidade do pagamento. Rosângela, porém, acha que este tipo de recurso funciona melhor quando há confiança entre as partes. “No shopping, já acho mais complicado”, diz.

4 de maio de 2013

Dia das mães: evento da Prefeitura de São Paulo destaca benefícios do colo com participação da Sampa Sling



No próximo dia 11 de maio, sábado, a Sampa Sling participa do evento “Ser mãe em São Paulo”, promovido pela prefeitura da cidade no vale do Anhangabau.  O objetivo do evento (que será do dia 10 ao dia 12) é promover o tema da maternidade em suas diversas dimensões, colocando em debate os desafios da função materna na sociedade contemporânea, numa metrópole com as dimensões de SP.

A Sampa Sling estará presente falando sobre os benefícios do colo. E foi convidada a fazer parte do encontro pelo reconhecimento de seu trabalho junto às mães levando informação, segurança e conforto quando o assunto é carregadores de bebes. “Vamos falar sobre os benefícios do colo, mitos e verdades, e sobre como os carregadores de bebês podem ser facilitadores do colo. Também falaremos sobre os variados modelos e formas de usar”, explica Rosangela Alves. “Para nós, é uma honra poder participar de um encontro como este, que busca promover a maternidade e dar visibilidade a esta questão. A Sampa Sling acredita que uma das formas de construir um mundo melhor é criar os filhos com amor, carinho e apego. E por isso, estaremos lá expondo a nossa visão de maternidade e falando sobre a importância do vínculo que se constrói com o colo”, completa. (Leia aqui artigo de Rosangela sobre o assunto).

A slingada vai acontecer das 13h às 14h30 na Tenda Materna que ficará instalada no Vale do Anhangabau, centro de São Paulo, ao lado do metrô São Bento.

Estão envolvidos nesta iniciativa: as Secretarias de Governo, Especial da Mulher, Igualdade Racial, Educação, Saúde, Esporte, Cultura, Direitos Humanos, Assistência e Desenvolvimento Social, Portadores de Deficiência e Mobilidade Reduzida  e  a Subprefeitura Sé.

Programação

Tendas serão montadas no Vale do Anhangabaú para oferecer uma programação completa.

Na sexta, as secretarias irão oferecer serviços diversos como orientação para cuidados com a saúde, os benefícios dos exercícios físicos, assessoria jurídica, cadastro para a assistência social, isto tudo acompanhado de música nos extremos da programação.

No sábado, acrescenta-se a esta programação uma série de oficinas para mães sobre cuidados com seus filhos pequenos, benefícios do carregar os bebes no colo, orientação sobre aleitamento materno, muita atividade física como yoga, jogo de tênis, ginástica, dança de salão, dança materna, brinquedoteca, sarau de leitura, mamulengo, mala de letrinhas, e oficinas e debates com destaque ao Diálogo EXISTE MATERNIDADE EM SÃO PAULO e a FEIRA DE GASTRONOMIA.

No domingo, a programação será a tradicional Pedalada pelo centro histórico, desta vez mães e filhos serão os principais ciclistas.

Confira a programação completa.

SER MÃE EM SÃO PAULO
EVENTO EM HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES/ MATERNIDADE
VALE DO  ANHANGABAÚ
10 / 11 e 12 DE MAIO
INICIATIVA: Prefeitura de São Paulo
APOIO: SESC CARMO, CORREIO E CCBB

24 de abril de 2013

Slingada especial de maio terá bazar de marcas de mãe pra mãe


Para entender as mães e desenvolver produtos que suprem suas reais necessidades e também de seus bebês, não existe ninguém melhor que outras mães! Por isso, a Slingada de maio, mês das mães, vai contar com a participação de mães empreendedoras e seus produtos super especiais em um lindo bazar.

Estarão conosco a Bebechila, a Samba Calcinha e a Rosa Amarela Bordados, além da Fraldada, que promove o uso das fraldas de pano.

É dia de tirar dúvidas sobre o uso do sling e aproveitar para presentear as mamães!

Sobre a slingada

A Slingada é um evento mensal, realizado em todos os primeiros sábados do mês, gratuito, que foi criado em 2004 para divulgar o uso de carregadores de bebês e dar apoio aos slingueiros.

No encontro, os pais podem experimentar e adquirir os diversos tipos de carregadores, além de aprender várias posições de uso e tirar todas as dúvidas sobre a utilização dos slings.

Não importa a marca e a procedência do sling. A slingada é o lugar certo para tirar dúvidas, ouvir sugestões e encontrar outros pais e mães slingando, para ver como é prático, seguro, confortável e delicioso carregar seus bebês no colo.

Slingada de Maio
Dia 04/05, das 10h às 15h
Espaço Nascente: Rua Grajaú, 599. Perdizes. São Paulo.
Informações: 11 (9) 8383-9075 / slingada@sampasling.com.br

21 de abril de 2013

Slingada apoia ação de arrecadação para documentário sobre a realidade obstétrica brasileira

A Slingada apoia a ação de arrecadação coletiva para o documentário "O Renascimento do parto".

No site Benfeitoria é possível doar facilmente a partir de múltiplos valores.

Acesse, informe-se e faça a sua doação.

Conheça mais sobre o projeto no texto abaixo.

Contamos com você nessa transformação - por mais nascimentos com respeito!

O Projeto

O documentário em longa-metragem (90 min) “O Renascimento do Parto” encontra-se totalmente finalizado e em negociação para distribuição.  Até o momento, todas as despesas do filme foram custeadas com recursos próprios dos autores. Gastamos todas as nossas reservas financeiras e devemos os resultados que conseguimos ao nosso trabalho árduo que já dura quase 2 anos e à grandes parceiros que cederam bondosamente seus saberes e agregaram parte de seu trabalho à nossa obra!
Tivemos a felicidade de fechar uma parceria com um excelente distribuidor (Espaço Filmes) que também é o terceiro maior exibidor do país (Circuito Espaço - salas do Itaú). Estamos certos de que a exibição nos cinemas trará ao filme e à causa muita visibilidade e chamará a atenção da grande mídia, para que assim possamos atingir o maior número possível de pessoas, inclusive nas etapas posteriores (de DVDs, festivais, televisão, etc).
No entanto, existem custos inerentes à distribuição que no momento não temos condições de arcar sozinhos, e por isso contamos com a sua ajuda para que o filme possa o quanto antes ser disponibilizado nos cinemas e logo depois em DVD. Os recursos que precisamos levantar são para os custos de distribuição, material gráfico de divulgação, assessoria de imprensa nacional, eventos de pré estréia, primeira tiragem de DVDs e disponibilização nas principais livrarias do país, criação do portal oficial do filme, etc.  
Se você acredita na causa da humanização do nascimento e quer ajudar a modificar a vergonhosa realidade obstétrica brasileira, criamos um meio de contribuição financeira através de um sistema seguro de financiamento coletivo! Veja ao lado a lista de recompensas que elaboramos para retribuir a valiosa sua contribuição!!
Hoje o Brasil é o país campeão mundial de cesarianas (52% no índice geral e mais de 90% no sistema privado, contra os 15% recomendado pela Organização Mundial de Saúde). Junto com os partos normais extremamente violentos e traumáticos (pesquise sobre o termo "violência obstétrica"), tal índice reflete uma cultura extremamente tecnocrata e intervencionista que perpetua mitos não apenas na sociedade, mas também entre os próprios profissionais de saúde.
Acreditamos que a informação de qualidade aliada ao poder da imagem e da poesia podem transformar o mundo! Afinal, como diria Michel Odent: “Para mudar o mundo, primeiro é preciso mudar a forma de nascer”.

Para saber mais sobre o projeto:

O filme "O Renascimento do Parto" retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados "hormônios do amor", liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto. 


Com a participação especial do cientista francês Michel Odent, da antropóloga norte-americana Robbie Davis-Floyd, da parteira mexicana Naoli Vinaver, do ator e diretor de cinema Márcio Garcia e sua esposa, a nutricionista Andréa Santa Rosa. O filme também conta com a participação de muitas mães e diversos especialistas brasileiros, como Ana Cristina Duarte, Melânia Amorim, Ricardo Jones, Heloísa Lessa, Ricardo Chaves, Fernanda Macêdo, Daphne Rattner, Laura Uplinger, Esther Vilela, entre outros.

Perguntas mais frequentes

1) Se a meta for atingida, quando poderemos ver o filme nos cinemas? Quais serão os próximos passos?
Após levantarmos os recursos necessários, em cerca de 60 dias o filme iniciará o circuito nas salas de cinema pelas primeiras 8 capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Salvador e João Pessoa. Além disso, em toda e qualquer cidade onde houver sala de cinema e demanda suficiente, o filme será exibido. Os próximos passos serão a disponibilização do filme para a venda em DVD e a negociação para exibição em televisão aberta e fechada. Também estamos inscrevendo o filme em dezenas de festivais espalhados por todo o Brasil e alguns internacionais.
2) Qual foi o custo total do projeto?
Como todo longa metragem, o filme passou pelas etapas de pesquisa, roteiro, produção, compra de equipamentos, viagens, captação de depoimentos, imagens e som, digitalização, corte de conteúdo, montagem, trilha sonora, tratamento de som e cor, etc.  O orçamento total está em torno de 500 mil reais. Arcamos com boa parte da quantia com recursos pessoais, deixamos de receber por nossos trabalhos (de produção, roteiro, direção, montagem, fotografia, etc), mas alguns profissionais terceirizados ainda não receberam pelos seus serviços. No entanto, esse valor não tem nenhuma relação com a quantia que precisamos agora na etapa de distribuição e divulgação (objetivo desse crowdfunding).  Se o valor estipulado como meta de arrecadação for superado, utilizaremos o excedente para quitar algumas dessas dívidas.  
3)  Por que vocês não disponibilizam logo o filme em DVD?
Porque para uma obra profissional desse porte existem etapas e estratégias naturais a serem cumpridas e que desejamos respeitar. A distribuição em cinemas é muito importante para gerar visibilidade e credibilidade ao filme e à causa, além de atingir um público diferenciado. Também chamará atenção para a venda posterior de DVDs. A estimativa é que o filme esteja disponível em DVDs cerca de 2 meses após o lançamento nos cinemas.
4) Se vocês são ativistas pela causa, porque não disponibilizam o filme gratuitamente na internet?
Apesar de termos conseguido muitas parcerias nessa caminhada, o filme foi realizado de forma independente, praticamente sem recursos, e ainda existe inúmeras contas e profissionais para pagarmos. O circuito comercial é uma maneira importante de amenizarmos essas dívidas e recuperarmos ao menos parte do investimento. Disponibilizar a obra na internet antes do circuito comercial tradicional também desvalorizaria a própria.
5) Se o recurso necessário para a distribuição não for levantado, qual será o próximo passo?
Se não levantarmos a nossa meta pelo financiamento coletivo (o crowdfunding funciona num esquema tudo ou nada: se não atingimos a meta, o sistema devolve o dinheiro ao contribuinte), entraremos no circuito de festivais enquanto tentamos levantar os recursos de outras maneiras, o que fará com que o acesso do grande público à obra seja atrasado em muitos meses. 

10 de abril de 2013

Slingada será 13/04 na Livraria Omniciência.

Excepcionalmente, em função de reformas no Espaço Nascente, a slingada de abril que seria realizada no dia 06/04 (14/04) foi transferida para o sábado, dia 13/04 no Espaço Omnisciência, que fica na Rua Natingui, número 508, na Vila Madalena.

A partir das 13h30, tem Oficina "Florais de Bach" com a Laysa Duch e por todo período, haverá, em paralelo, a Fraldada, encontro de promoção ao uso de fraldas de pano.


Se você está na dúvida de qual carregador comprar.
Se você não consegue montar direito o seu sling.
Se você está em dúvida sobre que tipo de carregador é melhor, mais adequado ou mais confortável para você e seu bebê.
Se você acha que seu bebê fica “desconfortável” dentro do sling.
Se o sling fica folgado, apertado, grande ou pequeno.
Se o seu sling fica mais na gaveta do que carregando o seu bebê.
Se você tem duvida de quando e como colocar o meu bebê no sling.
Se você tem dúvidas relacionadas à segurança com o uso dos carregadores de bebês.
Se você ainda não tem um sling.
Se você quer comprar um sling, mas gostaria de testar antes...

Vem pra slingada! É pra todo mundo!

Sobre a slingada

A Slingada é um evento mensal, realizado em todos os primeiros sábados do mês, gratuito, que foi criado em 2004 para divulgar o uso de carregadores de bebês e dar apoio aos slingueiros.

No encontro, os pais podem experimentar e adquirir os diversos tipos de carregadores, além de aprender várias posições de uso e tirar todas as dúvidas sobre a utilização dos slings.

Não importa a marca e a procedência do sling. A slingada é o lugar certo para tirar dúvidas, ouvir sugestões e encontrar outros pais e mães slingando, para ver como é prático, seguro, confortável e delicioso carregar seus bebês no colo.

Slingada de Abril
Dia 13/04, das 13h às 16h
Espaço Omnisciência: Rua Natingui, número 508, Vila Madalena.
Informações: 11 (9) 8383-9075 / slingada@sampasling.com.br

O espaço tem uma parte gramada, pedimos levar cangas, esteiras e lanchinhos para um Pic Nic.

Peço desculpa pelas mudanças, elas foram nescessárias para melhor atendè-los.

Fico a disposição para qualquer esclarecimento.

Bjs

Rosangela Alves
9 83839075

27 de março de 2013

Artigo do jornal O Estado de São Paulo chama atenção para os benefícios do colo e do sling


No último dia 21, o articulista Fernando Reinach publicou no jornal O Estado de São Paulo uma crônica com o título “Crianças proibidas de ver”.

Do texto, destacamos o trecho em que ele recupera a forma como as mulheres carregava seus filhos. Reproduzimos o trecho abaixo.

Nas sociedades tradicionais, as crianças, antes de aprenderem a andar, são carregadas pelas mães. Em todas as culturas tradicionais, logo que a criança consegue firmar o pescoço, ela é transportada na posição vertical. Pode ser nas costas ou na frente da mãe, seja com o auxílio dos braços ou utilizando dobras das roupas ou artefatos construídos para esse fim. 

Nessa posição, o campo visual da criança é aproximadamente o mesmo da mãe. Ela olha para a frente e pode observar todo o ambiente em sua volta praticamente do mesmo ângulo e da mesma altura da mãe. O horizonte, as árvores, os animais e seus movimentos são observados pela criança da mesma maneira que a mãe observa seu ambiente. Quando um pássaro canta e a mãe vira a cabeça para observar, a criança também tem uma chance de associar o canto do pássaro à sua plumagem. A criança observa o trabalho de coleta de alimento da mãe, como ela prepara a comida, o que a assusta, o que provoca o riso ou a tristeza na mãe. Carregar uma criança na posição vertical faz parte do processo de educação.

Isso era ontem. E como é hoje? Inventamos o carrinho de bebê. As crianças menores são transportadas deitadas de costas, olhando para o céu (ou para a face da mãe). A criança não compartilha a experiência visual da mãe, não consegue associar as expressões faciais da mãe a objetos e sentimentos. Os sons ouvidos pela criança dificilmente podem ser associados a experiências visuais, atividades ou sentimentos. Deitadas, as crianças modernas só observam o teto (dentro de edifícios) ou o céu (ao ar livre). 

Colo faz bem; slingar também!

As afirmações do articulista vão ao encontro de artigo publicado pela Sampa Sling, em que estudos e especialistas comprovam os benefícios de carregar bebês amarradinhos ao corpo da mãe e do pai.

Recuperamos a seguir um trecho desta matéria publicada no site da Sampa Sling. A matéria completa você lê aqui (http://slingada.blogspot.com.br/2012/07/colo-faz-bem-slingar-tambem.html).

Foi-se o tempo em que se acreditava que dar colo tornava as crianças mais apegadas e carentes. Estudos e especialistas contemporâneos mostram que o colo faz bem tanto para mãe, quanto para o bebê, como para toda família, além de criar adultos mais seguros e independentes.

Os benefícios do colo são múltiplos e vão desde questões emocionais até uma melhor visão! “Pense comigo: faz total sentido que uma criança que desfruta de afeto, carinho e muito colo na sua infância seja um adulto mais seguro e tranquilo. Ninguém é carente do que tem”, afirma Rosângela Alves, da Sampa Sling, consultora em carregadores de bebês.  Ela explica que os slings são facilitadores de colo e que são excelentes recursos para prover o colo de forma segura e confortável para mamãe, papai e bebê.